Ao perguntarem a uma mulher chamada Sheila sobre suas crenças religiosas, ouviram a seguinte resposta – como era ela quem dava a última palavra sobre sua vida espiritual, poderiam considerar que ela seguia na verdade o “Sheilismo” Essa anedota reflete uma crescente tendência no mundo contemporâneo – o da autonomia religiosa individual, a ser exercida pelos indivíduos dentro ou fora de instituições organizada. A consolidação dessa autonomia religiosa ocidental tem se tornado cada vez mais crescente devido a três fatores discriminados corretamente na alternativa: