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Bullying na escola
Bullying é um ato caracterizado pela violência física e/ou psicológica, de forma intencional e continuada, de um indivíduo, ou grupo contra outro(s) indivíduo(s), ou grupo(s), sem motivo claro. A palavra “Bullying” é de origem inglesa. No Brasil, a palavra “Bullying” é utilizada principalmente em relação aos atos agressivos entre alunos e/ou grupos de alunos nas escolas. Até pouco tempo, o que hoje reconhecemos como Bullying, era visto como fatos isolados, “briguinhas de criança”, e normalmente família e escola não tomavam atitude nenhuma a respeito.
Atualmente o bullying é reconhecido como problema crônico nas escolas, e com consequências sérias, tanto para vítimas, quanto para agressores. As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vítima a situações vexatórias, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo), e a exclusão.
Entre os meninos, os ataques mais comuns são as agressões físicas. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo em suas vítimas. Já as meninas agressoras costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem e espalharem segredos para causar mal-estar.
As ameaças podem vir acompanhadas de extorsão, chantagem para obter dinheiro, sobretudo com alunos de 5ª e 6ª série. Tanto vítimas, quanto agressores podem sofrer consequências psicológicas desta situação de abuso, porém o que normalmente acontece é que todas as atenções dos responsáveis (pais e professores) se voltem para o agressor, visto como um marginal em potencial, e a vítima é esquecida.
O Bullying atrapalha inclusive a aprendizagem, sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação. [...]
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Leia a afirmação a seguir sobre gêneros textuais e o ensino da escrita:
Nos últimos anos, a noção de gênero textual vem sendo discutida pelos estudiosos da área de línguas/linguística. Nesse sentido, os Parâmetros Curriculares Nacionais adotam esse conceito de gênero e definem o texto como unidade de ensino e os gêneros como objeto mediador do processo ensino e aprendizagem, tudo isso, pautado em um estudo de língua adaptado às novas concepções de língua, linguagem e ensino.
Diante dessa afirmação pode-se dizer que:
I. Os avanços acerca dos gêneros têm favorecido a reflexão em torno da redação escolar.
II. Esses estudos entendem a tradicional redação escolar como uma forma de “exercício” da escrita na escola, e que essa atende às exigências da vida do estudante dentro e fora da escola.
III. O trabalho com gêneros textuais na escola permite ao aluno entender o funcionamento da língua como parte de muitas e diferentes relações histórico-sociais, por isso mesmo, um funcionamento complexo e heterogêneo.
IV. Ao trabalhar com gêneros textuais, o professor deve priorizar a habilidade da escrita correta, ou seja, o texto deve apresentar, necessariamente, a correção gramatical e, em segundo plano, atender às expectativas do gênero.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta, apenas, a(s) correta(s).