Historicamente, Antunes (2003) nos situa descrevendo que: “por volta de meados da década de 1970, a hipertrofia da psicologia na educação começou a ser duramente criticada por educadores e psicólogos. Uma das mais severas críticas referia-se à maneira como os testes eram utilizados e suas consequências para o educando; seus resultados eram usualmente interpretados como atribuições próprias do sujeito, fazendo incidir sobre ele a determinação dos ditos ‘problemas de aprendizagem’ (a própria expressão já denota que é a criança a fonte de problemas; dificilmente fala-se de ‘problemas escolares’) (p. 164)”. Sobre essa postura profissional criticada e descrita na citação, é INCORRETO afirmar que: