Saúde e doença, como um processo presença/ausência, é uma forma simplista para algo bem mais complexo. O que se encontra, usualmente, na clínica diária, é um processo evolutivo entre saúde e doença, o qual, dependendo de cada paciente, poderá seguir cursos diversos, sendo que nem sempre os limites entre um e outro são precisos. Essa é a história natural das doenças que, na ausência da interferência médica, pode ser subdividida em quatro fases. Nesse contexto, dadas as afirmativas,
I. Na fase patológica pré-clínica, ainda não há doença, mas, sim, condições que a favoreçam. Dependendo da existência de fatores de risco ou de proteção, alguns indivíduos estarão mais ou menos propensos a determinadas doenças do que outros.
II. Na fase inicial, a doença não é evidente, mas já há alterações patológicas.
III. A fase clínica corresponde ao período da doença com sintomas.
IV. Na fase de incapacidade residual, se a doença não evoluiu para a morte nem foi curada, ocorrem as sequelas, ou seja, aquele paciente passará a apresentar severa limitação funcional.
verifica-se que estão corretas apenas