Um homem de 72 anos, tabagista, hipertenso e portador de doença arterial coronariana está programado para reparo eletivo de aneurisma de aorta abdominal (AAA). O procedimento seria realizado em um hospital regional de pequeno porte, que não possui UTI equipada para vigilância hemodinâmica contínua. O cirurgião responsável questiona se há real necessidade de transferência para um centro terciário, já que o paciente está clinicamente estável. Nesse caso, a conduta mais adequada é