Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.
Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.
O enxerto transantral não é necessário, uma vez que a distância entre o assoalho do seio e o rebordo alveolar é de 3 mm, possibilitando a estabilidade primária e a osseointegração.