Mulher, de 22 anos, apresenta-se ao ambulatório com queixas de dor de garganta e “caroço” cervical aumentado. Refere que teve sensação de febre por várias semanas, mas nunca mediu a temperatura. Na consulta de hoje, ela está afebril e o teste rápido para estreptococos é negativo. Um tratamento com analgésicos é iniciado e uma nova consulta é marcada para 4 semanas. Ela então retorna 30 dias após, com melhora da dor de garganta, entretanto, ela agora se queixa de prurido intenso e sudorese noturna. Ao exame físico, o linfonodo cervical agora mede 3 cm; o restante de seu exame físico é negativo.
O próximo passo recomendado é solicitar