Criança de 9 anos, sexo feminino, iniciou quadro de cefaleia
progressiva há 2 meses, associada a vômitos matinais,
turvamento visual, instabilidade da marcha, sonolência e
irritabilidade.
Ao exame neurológico, observou-se marcha atáxica, nistagmo horizontal bilateral e papiledema. Solicitada RM de crânio, evidenciou volumosa lesão expansiva na fossa posterior, envolvendo o hemisfério cerebelar esquerdo com extensão parcial para o vermis, caracterizada por predominância do componente cístico e nódulo mural sólido bem definido.
A lesão apresentou hipossinal em T1, hipersinal em T2/FLAIR, sem restrição à difusão, e realce intenso e homogêneo do nódulo mural após a administração de contraste.
O diagnóstico mais provável é
Ao exame neurológico, observou-se marcha atáxica, nistagmo horizontal bilateral e papiledema. Solicitada RM de crânio, evidenciou volumosa lesão expansiva na fossa posterior, envolvendo o hemisfério cerebelar esquerdo com extensão parcial para o vermis, caracterizada por predominância do componente cístico e nódulo mural sólido bem definido.
A lesão apresentou hipossinal em T1, hipersinal em T2/FLAIR, sem restrição à difusão, e realce intenso e homogêneo do nódulo mural após a administração de contraste.
O diagnóstico mais provável é
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