O Prefeito de determinado Município contratou,
sem licitação e sem hipótese legal de dispensa ou
inexigibilidade, empresa pertencente ao irmão do
Secretário Municipal de Obras para executar
reforma em escolas públicas. A auditoria do
Tribunal de Contas constatou superfaturamento,
porém não foi possível demonstrar que o Prefeito
tenha recebido qualquer vantagem patrimonial. No
processo judicial, restou comprovado que ele tinha
plena ciência da ilegalidade da contratação e do
favorecimento indevido, autorizando os atos de
forma deliberada. À luz da Constituição Federal, da
Lei nº 8.429/1992, com as alterações promovidas
pela Lei nº 14.230/2021, e da jurisprudência
consolidada do STF, assinale a opção CORRETA.