Estudos epidemiológicos apontam a prevalência da distimia nos últimos doze meses em 0,8 a 1,3% da população e, pelo menos uma vez na vida, em 1,4 a 1,9%. Diante do exposto, assinale a quantidade de tempo ininterrupta que os sintomas devem estar presentes, para que se faça o diagnóstico de distimia, segundo DSM 5 e Cid 10.