Para González (2014), entre as abordagens de educação
ambiental realizadas no contexto das práticas corporais de
aventura, destacam-se a compreensão de possíveis mudanças
indesejadas, produzidas pela ação do ser humano no meio
ambiente, ou impactos ambientais gerados pelas atividades de
aventura e a aplicação de práticas que possam minimizar tais
mudanças. Dessa forma, propostas educacionais focadas em
práticas de mínimo impacto ambiental nas atividades corporais de
aventura tornam-se de grande valia e podem ser exemplificadas
pelos Princípios de Não Deixar Rastro, apresentados por Tilton
(2003). Um desses princípios consiste em: