“No anfiteatro das montanhas / Os profetas de Aleijadinho / Monumentalizam a paisagem / As cúpulas brancas dos Passos / E os cocares revirados das palmeiras / São degraus da arte do meu país / Onde ninguém subiu jamais / Bíblia de pedra-sabão / Banhada no ouro de Minas”
(Oswald de Andrade)
O poema exalta o conjunto de esculturas barrocas de Antonio Francisco Lisboa, localizado na cidade mineira denominada: