As adaptações de um organismo não podem ser facilmente separadas do ambiente no qual ele vive. As larvas de insetos de ambientes aquáticos estagnados em valas e lamaceiros podem sobreviver mais tempo sem oxigênio do que as espécies aparentadas de correntes e rios bem aerados, as espécies de caramujos marinhos que ocorrem no alto da zona de mesolitoral, e que podem ficar frequentemente expostas ao ar toleram a dessecação melhor do que as espécies dos níveis inferiores. Esses exemplos são referentes às adaptações que ajustam os organismos a intervalos específicos de condições ambientais.
Fonte: Robert E. Ricklefs. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.
O conceito acima descrito refere-se à: