"Segundo Bagno, na obra “Preconceito Linguístico, essa rejeição deriva-se da/do:
"construção de um padrão imposto por uma elite econômica e intelectual que considera como “erro” e, consequentemente, reprovável tudo que se diferencie desse modelo."
"todo juízo de valor negativo (de reprovação, de repulsa ou mesmo de desrespeito) às variedades linguísticas de menor prestígio social."
ele está, diretamente, ligado a outros preconceitos (regional, cultural, socioeconômico etc.) e, no Brasil, atinge, principalmente, e as regiões mais pobres da nação e dos grandes centros urbanos.
o professor ao escolhe por não considerar as variações linguísticas, em sala de aula, não acarretam consequências negativas na aprendizagem da língua materna. As aulas passam a ser vinculadas somente à gramática normativa, seguindo os conceitos de “certo” ou “errado” e o conteúdo trabalhado é baseado no que deve ou não ser aceito na linguagem.
seu fim pressupõe o ensino da adequação linguística, nas escolas, e o respeito por parte da mídia às diversas variantes da língua.
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