Hoffmann (2009) destaca que, na concepção de Avaliação Mediadora, “é princípio essencial valorizar (para além de respeitar) todas as ideias, manifestações de crianças, jeitos de ser e de aprender de crianças, jovens e adultos”. A autora argumenta que “considerando testes, tarefas e diferentes manifestações dos alunos como instrumentos sucessivos e gradativos da investigação docente, tal como elos de uma grande corrente, o ato de correção/interpretação dessas tarefas se transforma em importante momento de reflexão pedagógica sobre as hipóteses que vieram sendo construídas pelos alunos”. O ciclo da avaliação mediadora que Hoffmann apresenta constitui-se de “perguntar + refletir sobre as respostas dos alunos +