Mulher, 62 anos, comerciante, diabética tipo 2 (não faz uso de insulina), hipertensa e doente renal crônica G2A1 comparece ao ambulatório com queixa de dispneia e dor torácica ao subir escadas ou andar em ladeiras, estável há dois anos. Caracteriza dor como opressiva em região retroesternal e sem irradiação que melhora após três minutos de repouso acompanhada de dispneia não limitante. Foi avaliada em outro serviço onde foram realizados testes não invasivos que traz para consulta. Ao exame físico, pressão arterial 128/72 mmHg, frequência cardíaca 85 batimentos por minuto, frequência respiratória 18 incursões por minuto, ausculta cardíaca e pulmonar normal, sem edemas. Medicações em uso: Losartana 100 mg/dia; Anlodipino 10 mg/dia; Clortalidona 25 mg/dia; Metformina 2550 mg/dia; Saxagliptina 5 mg/dia; Sinvastatina 20 mg/dia.
Laboratório: Hemoglobina 13,3 g/dL; Ureia 48 mg/dL; Creatinina 1 mg/dL; Triglicerídeos 180 mg/dL; HDL-colesterol 48 mg/dL; LDL-colesterol 98 mg/dL.
Teste ergométrico: Negativo para isquemia (frequência cardíaca subótima para o teste).
Ecocardiograma com stress farmacológico:
Em repouso: ventrículo esquerdo com fração ejeção 52% e hipertrofia concêntrica, contratilidade global normal, sem áreas de hipocinesia ou acinesia.
Estresse farmacológico: atinge frequência cardíaca ótima para o exame, hipocinesia transitória em parede inferior basal (um segmento) apenas quando frequência cardíaca acima de 85% da máxima predita com recuperação completa na fase tardia e manutenção de fração de ejeção de 52%.
Quanto ao caso, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.