Em relação à profilaxia para doenças sexualmente transmissíveis não virais, em vítimas de abuso sexual, pode-se dizer:
semelhança da profilaxia para o HIV, tem que ser iniciada até 72 horas depois da agressão sexual.
Em pessoas alérgicas à penicilina, o estearato de eritromicina e a ciprofloxacina podem ser usadas na profilaxia para sífilis, em qualquer faixa etária.
Não é recomendada em casos de violência crônica e repetida com o mesmo agressor.
O esquema antibiótico para profilaxia da sífilis, gonorreia e infecção por clamídia, recomendado pelo Ministério da Saúde (penicilina G benzatina, ceftriaxona, azitromicina), não deve ser usado se a mulher estiver grávida.
A gravidade das lesões e a idade da mulher constituem fatores que devem ser avaliados na indicação da profilaxia para as doenças sexualmente transmissíveis não virais.
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