Leia o trecho da reportagem “Quando tomba o guardião” e observe o diagrama que se segue:
“a falha no enovelamento parece conferir à proteína alterada uma característica típica de agentes infecciosos tradicionais como os vírus e as bactérias: a capacidade de se autopropagar e infectar outras células. (...) Acreditamos que o mesmo ocorra em uma parte dos casos de câncer em que a p53 está deformada. (...) Essas proteínas seriam transmissíveis [de célula para célula], mas não infecciosas (...)”
Uma receita de imortalidade:
Figura 1:

Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2013/09/044-047_ProteinaP53_211.pdf Acesso em: 05/04/2014.
Baseando-se nessas informações e em seus estudos sobre genética, a proteína p53 alterada, ilustrada na Figura 1, comporta-se como um