As coberturas verdes, similares aos tetos-jardins de Le Corbusier, são, hoje, alternativas bastante frequentes, na arquitetura contemporânea, para reduzir a velocidade do escoamento pluvial sobre lajes e aumentar a absorção de água de chuva; elevar a resistência térmica e a capacitância da cobertura; minimizar o efeito de ilha de calor sobre a cidade e oferecer um espaço verde para a fauna e para as pessoas em uma área que, do contrário, seria impermeável.