Um homem de 58 anos, tabagista e etilista, apresenta disfagia
ocasional para sólidos há dois meses. A endoscopia digestiva alta
evidencia lesão elevada de 1,8 cm no terço médio do esôfago. A
biópsia
revela carcinoma espinocelular moderadamente
diferenciado. A ecoendoscopia sugere invasão da submucosa,
sem comprometimento da muscular própria, e ausência de
linfonodos suspeitos. A tomografia computadorizada e o PET-CT
não evidenciam doença linfonodal ou metastática.
Considerando esse cenário, o estadiamento TNM e a conduta
mais apropriados são:
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