Sobre o “trabalho vivo em ato” proposto por Emerson Merhy, NÃO se pode afirmar que:
Só acontece através da dinâmica relacional, ou seja, em ato, em ação, no momento do trabalho em si, com base no encontro entre os sujeitos envolvidos nesta relação.
Dá às práticas de saúde o atributo da liberdade, a possibilidade de os sujeitos em ato exercerem sua capacidade criativa para resolver problemas de saúde.
Impulsiona o empoderamento, mas carece uma potência instituinte para operar mudanças no exercício cotidiano do cuidado em saúde.
Exige considerar o sujeito de forma singular/coletiva, com desejos e aspirações, respeitando suas crenças, seus valores e as possibilidades terapêuticas que abordem as necessidades das pessoas para torná-las mais autônomas.
Não despreza a Clínica, a Epidemiologia, a razão e a subjetividade.
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