Uma mulher jovem sofreu um acidente vascular cerebral isquêmico após retornar de um show de música. Apresentava escala neurológica do Instituto Nacional de Saúde (NIHSS) de 19 pontos. Chegou em tempo hábil para tratamento com trombolítico, ao qual foi submetida. No entanto, 24h após início de sintomas, ela mantinha os mesmos sintomas neurológicos. A tomografia de crânio de controle evidenciava infarto maligno de cerebral média. Nesse momento, a fim de se evitar deterioração neurológica por piora de edema maligno de artéria cerebral média, a opção terapêutica que muda mortalidade é
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