Para Climaco, Santos e Taffarel (2018) a Educação Física Escolar se revela também como um lugar de construção da educação para a democracia, em uma perspectiva de sociedade que conta com a coletividade sem que as individualidades e as especificidades sejam invisibilizadas ou desqualificadas, de modo a servirem de justificativa para variadas violências, estas também conhecidas como racismo, sexismo e lesbo- homo-transfobia.
Ao buscar organizar tal trabalho pedagógico, as autoras sistematizam uma prática pedagógica quilombola e acabam constatando