Nos jogos deste tipo, o importante não é acertar; o importante é fazer com que todos os participantes se esforcem para expressar-se através de seus corpos, coisa a que não estão acostumados. Ainda que se cometam todos os erros imagináveis, o exercício será igualmente bom se os participantes tentarem se expressar fisicamente, sem o recurso da palavra. Deste modo, e sem que se deem conta, estarão já fazendo teatro […].
(BOAL, 1991, p. 138.)
As informações anteriores se referem à seguinte modalidade do teatro do oprimido: