Jornais cariocas como O Jornal, Diário Carioca, Correio da Manhã e O Globo costumavam publicar reportagens de cunho investigativo, mas foi esta revista, lançada em 1966, em São Paulo, a primeira a apresentar características realmente literárias. Nela o repórter tinha que se colocar como um pesquisador: nenhum detalhe, nenhuma personagem, nenhuma causa e efeito, nada podia faltar.
O texto acima relata uma experiência jornalística alicerçada num estilo consagrado por várias publicações mundiais. A revista e o estilo relatados são, respectivamente: