Corredor de longa distância intensifica treinamento apresentando dor na face ântero-medial da tíbia ao final das corridas. Após algumas semanas, a dor aumenta e começa a incomodar nas atividades de subir e descer escadas. Ele não consegue mais correr. O exame radiográfico inicial não evidenciou lesão. Por orientação médica, suspendeu o treino por quatro semanas, com diminuição considerável da dor. Conseguia andar normalmente, mas ainda com dor à palpação na face medial da tíbia. Feito novo exame radiográfico, com seis semanas, apresentava espessamento periostal e lesão fusiforme cortical circundante no local da dor. Após oito semanas de repouso a dor desapareceu. Esse quadro leva a pensar em: