Um cão atravessava um rio com um pedaço de carne na boca. Ao ver sua própria sombra no fundo da água, ele pensou se tratar de outro cão carregando um pedaço de carne maior ainda.
Então deixou sua caça cair e saltou para pegar a do outro animal. Evidentemente, ficou sem nenhum dos dois pedaços de carne: um não existia, e o outro tinha sido levado pela correnteza.
(Esopo. Fábulas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013)
Na fábula, está implícita uma crítica à
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