Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 32 anos, comparece ao ambulatório de infectologia relatando lesão ulcerada em região genital, de crescimento progressivo e indolor. Nega secreção purulenta, febre ou outros sintomas sistêmicos. Refere múltiplas parcerias sexuais e uso irregular de preservativos. Ao exame físico, evidencia-se úlcera na região inguinal e na base do pênis, com bordas planas e granulomatosas, sem linfonodomegalias inguinais.
Diante do quadro clínico, a hipótese diagnóstica é de
Paciente do sexo masculino, 32 anos, comparece ao ambulatório de infectologia relatando lesão ulcerada em região genital, de crescimento progressivo e indolor. Nega secreção purulenta, febre ou outros sintomas sistêmicos. Refere múltiplas parcerias sexuais e uso irregular de preservativos. Ao exame físico, evidencia-se úlcera na região inguinal e na base do pênis, com bordas planas e granulomatosas, sem linfonodomegalias inguinais.
Diante do quadro clínico, a hipótese diagnóstica é de
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