Caso hipotético: um homem de 34 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com quadro de febre alta há 3 dias, cefaleia intensa,
dor retro-orbitária, náuseas e exantema discreto no tronco. Relata que a esposa teve diagnóstico confirmado de dengue há uma semana.
Ao exame: PA 110/70 mmHg, FC 96 bpm, TRC < 2 s, sem sangramentos aparentes. Refere dor abdominal leve, porém sem sinais de
irritação peritoneal. O hemograma realizado hoje mostra:
Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³
Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?
Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³
Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?