Sobre o comportamento dos agentes anestésicos na insuficiência renal, é CORRETO afirmar que
fármacos eliminados inalterados pelos rins (alguns bloqueadores neuromusculares adespolarizantes, inibidores da colinesterase) têm meias-vidas de eliminação diminuídas, relacionadas diretamente à taxa de filtração glomerular em pacientes com doença renal crônica.
muitos anestésicos são ligados a proteínas em graus variáveis, e, em consequência, a fração livre está diminuída na doença renal crônica.
o propofol é afetado pela doença renal terminal, porque é transformado rapidamente pelo figado em metabólitos inativos, que não são excretados pelos rins.
em geral, os benzodiazepínicos se ligam pouco às proteínas, e a maior disponibilidade na doença renal terminal é aumentada ainda mais pela excreção renal aumentada dos metabólitos ativos (ex, midazolam).
doses únicas de narcóticos geralmente não são muito afetadas por doença renal terminal, embora os narcóticos ligados a proteínas devam ser administrados em doses menores.
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