A incidência de tuberculose em pessoas privadas de liberdade é maior que na população geral. O farmacêutico de uma unidade prisional ao avaliar uma prescrição contendo tuberculostáticos deve considerar que:
É recomendado que pacientes diabéticos recebam piridoxina ao fazerem tratamento com Isoniazida, devido ao risco aumentado de neuropatia periférica.
O esquema básico para adultos é composto por três fármacos na fase intensiva e dois na fase de manutenção. A última fase tem o objetivo de eliminar os bacilos latentes e evitar a recidiva da doença, portanto, para ter maior efetividade, as doses devem ser ajustadas conforme a função renal do paciente.
O uso de Rifampicina é contraindicado para gestantes, pois há risco de neurotoxicidade fetal.
O tratamento em pacientes com diagnóstico concomitante de tuberculose e HIV deve ser iniciado com antirretrovirais e, após a adequação da contagem de LT-CD4, deverá ser usado o tuberculostático.
No caso de pacientes em hemodiálise, os medicamentos deverão ter ajustes de dose e ser tomados antes do procedimento.
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