No Brasil, desde o início da epidemia de Aids (1980) até 31 de dezembro de 2024, foram registrados
402.300 óbitos, tendo o HIV ou a Aids como causa básica. No entanto, em 2025 o Brasil recebeu certificação
da OPAS/OMS e se consolidou como o único país continental a eliminar a transmissão vertical do HIV, já
que o número de mortes por HIV/Aids caiu 13%, entre 2023 e 2024. Considerando tal fundamentação,
analise as seguintes afirmativas:
I. O acesso universal reduziu a carga viral das pessoas vivendo com HIV, diminuindo a transmissão (estratégia conhecida como Tratamento como Prevenção – TasP), que contou com o impacto da absorção da terapêutica preventiva inaugurada pela saúde privada na américa latina, somando no avanço da prevenção.
II. A integração do SUS com políticas de direitos humanos se volta para populações vulneráveis, LGBTQIAPN+, pessoas privadas de liberdade, populações indígenas, mulheres em situação de vulnerabilidade, fortalecendo a inclusão social desses segmentos populacionais.
III. O acolhimento à pessoa vivendo com HIV ou Aids é atribuição de todos os profissionais da equipe e deve se iniciar assim que a pessoa chegar ao serviço de saúde, com a garantia de uma escuta respeitosa e profissional, independentemente do motivo que a levou a buscar ajuda.
IV. Mulheres em situação de violência doméstica ou de desigualdade de poder nas relações têm menos autonomia para negociar o uso de preservativos como prevenção e combate à contaminação do HIV.
São verdadeiras as afirmativas
I. O acesso universal reduziu a carga viral das pessoas vivendo com HIV, diminuindo a transmissão (estratégia conhecida como Tratamento como Prevenção – TasP), que contou com o impacto da absorção da terapêutica preventiva inaugurada pela saúde privada na américa latina, somando no avanço da prevenção.
II. A integração do SUS com políticas de direitos humanos se volta para populações vulneráveis, LGBTQIAPN+, pessoas privadas de liberdade, populações indígenas, mulheres em situação de vulnerabilidade, fortalecendo a inclusão social desses segmentos populacionais.
III. O acolhimento à pessoa vivendo com HIV ou Aids é atribuição de todos os profissionais da equipe e deve se iniciar assim que a pessoa chegar ao serviço de saúde, com a garantia de uma escuta respeitosa e profissional, independentemente do motivo que a levou a buscar ajuda.
IV. Mulheres em situação de violência doméstica ou de desigualdade de poder nas relações têm menos autonomia para negociar o uso de preservativos como prevenção e combate à contaminação do HIV.
São verdadeiras as afirmativas
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