M.R.S., menino de 6 anos de idade, com diagnóstico
prévio de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nível
de suporte moderado, em acompanhamento multiprofissional regular, é trazido à consulta por episódios recentes
caracterizados por olhar fixo súbito, interrupção abrupta
da atividade, automatismos orais (mastigação) e ausência
de resposta a estímulos por cerca de 60 segundos, seguidos
de breve período de confusão.
A professora relata ocorrência dos episódios também em sala de aula, sem gatilhos comportamentais evidentes. O exame neurológico interictal é normal. Não há
história prévia de epilepsia.
A família questiona se esses eventos podem ser interpretados apenas como manifestações comportamentais
do autismo, sem necessidade de investigação neurológica
adicional.
Segundo exclusivamente as diretrizes normativas
oficiais sobre comorbidades neurológicas no Transtorno
do Espectro do Autismo, qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao
questionamento.