No contexto das concepções de ludicidade, Piaget diz que se o ato da inteligência desemboca no equilíbrio entre assimilação e acomodação, uma vez que a imitação prolonga a acomodação por si mesma, é possível afirmar que o jogo é essencialmente assimilação, que prima sobre acomodação. Para esse epistemólogo, com a socialização da criança o jogo adquire regras ou adapta a imaginação simbólica às necessidades da realidade, construções espontâneas que imitam o real; o símbolo de assimilação individual dá passagem à regra coletiva ou ao símbolo representativo ou objetivo, ou a ambos. A partir desse pressuposto teórico, o nascimento do jogo é analisado por Piaget como: