“A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informou nesta sexta-feira (10) já ter elaborado um plano de contingência para tratar casos de contaminação pelo vírus ebola. Na manhã de hoje, um paciente com suspeita de contaminação chegou à capital fluminense para realizar tratamento no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, na zona norte da cidade. (...) Amostras de sangue do paciente serão coletadas e outros exames devem ser realizados para que a suspeita seja descartada ou não.”
(RJ já tem plano de contingência e estoque de equipamentos para tratar ebola. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/10/10/rj-ja-tem-plano-de-contingencia-eestoque- de-equipamentos-para-tratar-ebola.htm. Acesso em: 25 ago 2015.)
Na tentativa de reduzir ou eliminar a possibilidade de exposição da equipe do laboratório a materiais biológicos infecciosos, são empregados métodos de segurança durante a manipulação destas amostras. Estes métodos são denominados conjuntamente de barreira, ou contenção, primária ou secundária. Dentre estes pode-se citar:
I. Máscara facial.
II. Sala de descontaminação.
III. Vacinas.
IV. Cabine de segurança biológica.
V. Sistema de tratamento do ar para descontaminação.
Em relação aos métodos, está CORRETO classificar como barreiras primárias: