No Brasil, a consolidação da psico-oncologia como campo
de saber e de prática ocorreu a partir da ampliação do
modelo biopsicossocial no cuidado ao câncer, impulsionada
por iniciativas pioneiras como as do Grupo Alpha e pela
posterior criação da Sociedade Brasileira de PsicoOncologia (SBPO). Esse movimento, em consonância com
uma tendência internacional de ampliação do cuidado ao
paciente oncológico e a seus familiares, resultou na
consolidação do campo. Nesse contexto,