Chega ao setor de emergência que você está de plantão: homem, 72 anos, previamente hipertenso e diabético, com quadro de dor precordial,
em aperto, iniciada há duas horas, em repouso, com duração de 30 minutos, atenuada com o uso de dinitrato de isossorbida.
Relata, na história, que apresentou dor com padrão parecido, porém menos intensa, nos últimos 7 dias, ocorrida aos pequenos esforços, com duração de 5-15 minutos, aliviada em repouso, tornando-se cada vez mais frequente.
Ao exame físico: PA 130 x 72mmHg (simétrica nos dois membros); FC: 98bpm; FR: 18irpm; SpO2: 98%; sem outras alterações.
Eletrocardiograma de admissão:

Troponina de admissão: 2.400 ng/L (VR: 12 ng/L).
Após todas as condutas farmacológicas, o paciente refere melhora total da dor. Passados 10 minutos, novo episódio de dor intensa, mesmo com as medidas terapêuticas adequadamente utilizadas.
Baseado no caso clínico apresentado, a melhor conduta é:
Relata, na história, que apresentou dor com padrão parecido, porém menos intensa, nos últimos 7 dias, ocorrida aos pequenos esforços, com duração de 5-15 minutos, aliviada em repouso, tornando-se cada vez mais frequente.
Ao exame físico: PA 130 x 72mmHg (simétrica nos dois membros); FC: 98bpm; FR: 18irpm; SpO2: 98%; sem outras alterações.
Eletrocardiograma de admissão:

Troponina de admissão: 2.400 ng/L (VR: 12 ng/L).
Após todas as condutas farmacológicas, o paciente refere melhora total da dor. Passados 10 minutos, novo episódio de dor intensa, mesmo com as medidas terapêuticas adequadamente utilizadas.
Baseado no caso clínico apresentado, a melhor conduta é: