“Amo a prantina silenciosa do teu fio de água Descendo de quintas escusos sem pressa, e se sumindo depressa na brecha de um velho cano. Amo a avenca delicada que renasce Na frincha de teus muros empenados, e a plantinha desvalida de caule mole que se defende, viceja e floresce no agasalho de tua sombra úmida e calada”
Os versos do poema apresentado anteriormente foram retirados do livro “Os Poemas do Becos de Goiás e Estórias Mais”, publicado em 1965 pela grande poetisa goiana