Menino de 9 anos de idade, previamente hígido, dá
entrada no pronto-atendimento com história de dois dias
de febre alta, cefaleia e vômitos. À admissão, encontrava-se em regular estado geral, sonolento, com fotofobia
e sinais de irritação meníngea. Foi coletado líquor que
revelou 400 células (80% linfócitos), proteínas de
120 mg/dL e glicorraquia de 40 mg/dL (para uma glicemia
de 90 mg/dL). Apesar do predomínio linfocitário, optou-se
por introduzir ceftriaxone e dexametasona até o resultado
da cultura. Após 24 horas de tratamento, mantinha febre,
evoluindo com rebaixamento do nível de consciência e
crises convulsivas focais. Foi submetido a uma ressonância de crânio que revelou hipersinal em lobos temporais
bilateralmente.
Frente a essa descrição clínica, qual a conduta apropriada?
Frente a essa descrição clínica, qual a conduta apropriada?