O objetivo da mensagem determina a escolha do veículo
Ao iniciar o projeto de comunicação interna, um primeiro ponto a observar é o veículo utilizado. De nada adianta divulgar em conversas de corredor uma reunião cuja presença é obrigatória. A importância do que se vai comunicar é que determina o meio. A diretora Mari Inês Fantoni, do CAIC Jovem Ailor Lotero, em Camboriú, a 85 quilômetros de Florianópolis, conta que, quando o assunto é importante, ela passa uma lista com o comunicado e pede que todos assinem, confirmando a leitura. Foi o que ela fez recentemente para divulgar um encontro que não estava na agenda e no qual seria discutida a concessão de um espaço físico na escola para o centro comunitário. “Alguns professores eram contra e outros a favor. Todos precisavam ser avisados para garantir que as várias posições fossem definidas. Ninguém poderia dizer que não foi avisado”, lembra Mari.
Um dos recursos mais utilizados pela escola para divulgar notícias e trabalhos realizados é o mural, que deve ter seu conteúdo renovado periodicamente. É aconselhável determinar uma frequência para sua atualização – pode ser todo dia ou uma vez por semana. Assim, as pessoas criam o hábito da leitura daquele espaço. Mas isso não impede que, quando haja a necessidade, se coloquem uma nova mensagem e um aviso maior chamando a atenção para a novidade. Mari Inês Fantoni, de Camboriú, usa fotos ou recortes e divide o mural por setor – um para o pessoal de serviços de apoio, outro para os professores etc. – e os coloca em pontos estratégicos, o das merendeiras ao lado da cozinha, por exemplo. Esses procedimentos ajudam o leitor a localizar os temas de seu interesse.
Considerando a afirmação inicial do texto III, de que: “Ao iniciar o projeto de comunicação interna, um primeiro ponto a observar é o veículo utilizado”, a comunicação interna nas escolas pode ser feita por meio dos documentos descritos corretamente na alternativa: