Para não envolver um orçamento elevado, o engenheiro de tráfego pode ser forçado a assumir um “nível de serviço”, que é uma medida qualitativa do efeito de numerosos fatores, incluindo velocidade e tempo de viagem, interrupções no tráfego, liberdade de movimentos, conforto e conveniência do motorista e, indiretamente, segurança e custos operacionais. Foram qualificados seis níveis de serviços, designados por A, B, C, D, E e F – cada qual representando uma variação em que os extremos são definidos superiormente pelo volume e inferiormente pela velocidade.
Dependendo das condições de uniformidade são determinados separadamente para cada seção da via considerada.

Fonte: HCM, 1965, em Boletim Técnico – Noções Básicas de Engenharia de Tráfego CET (p.40)
Acima, observamos a figura, onde constam os níveis de serviços relacionados com velocidade de operação e volume/capacidade. Dentre as diversas definições de níveis de serviço é possível afirmar que: