Paciente de 29 anos, G2P2, com vida sexual ativa
desde os 17 anos, procura unidade básica de
saúde para consulta de rotina. Refere último
exame preventivo há 5 anos com resultado
"normal". Nega sintomas ginecológicos,
corrimento ou sangramento anormal. Nega
tabagismo. Parceiro fixo há 3 anos, nega outras
parcerias. Ao exame especular: colo uterino de
aspecto normal, sem lesões visíveis. Foi
realizada coleta de citologia oncótica cujo
resultado é: "Lesão intraepitelial de alto grau
(HSIL) não podendo excluir microinvasão.
Células escamosas atípicas de significado
indeterminado possivelmente não neoplásicas
(ASC-US) também presentes." Paciente retorna
assintomática e preocupada com o resultado. Considerando as diretrizes atuais de
rastreamento e manejo das lesões precursoras do
câncer de colo uterino, qual a conduta mais
adequada?
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