A estimulação cardíaca artificial teve seu primeiro sucesso em 1952, quando Zoll conseguiu reanimar dois pacientes por meio da estimulação superficial do tórax. À medida que se desenvolvia, a estimulação cardíaca artificial foi aumentando seu campo de ação e suas indicações continuam sendo revistas e ampliadas. Assim, a estimulação temporária é hoje empregada nas doenças do sistema de condução cardíaca muito mais precocemente do que anos atrás, graças ao aperfeiçoamento técnico dos cabos eletrodos, à facilidade e à segurança do acesso transvenoso, e ao seu benefício terapêutico. E comum pacientes retornarem da cirurgia de Revascularização do Miocárdio com um marcapasso provisório. Acerca dos marcapassos provisórios, é correto afirmar que: