Em janeiro deste ano de 2016, ao sobrevoarem o litoral do Espírito Santo e do sul da Bahia, biólogos, oceanógrafos e técnicos de órgãos ambientais do governo federal reconheceram os borrões escuros na superfície do mar formados pelo acúmulo de resíduos metálicos que vazaram do reservatório da mineradora Samarco em Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015. A mancha de resíduos, também chamada de pluma, aproximava-se do arquipélago de Abrolhos, uma das principais reservas de vida marinha da costa brasileira.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/04/19/impactos-visiveis-no-mar/?cat=ciência>. Acesso em: 25 abr. 2016.
As informações do texto e os conhecimentos sobre a tragédia acontecida em Mariana e as suas implicações no litoral brasileiro, permitem afirmar: