Heloísa L. Bellotto, refletindo sobre a constituição da memória no âmbito da documentação arquivística, observa: "Os conjuntos informacionais que se geram [na administração] não podem ser definidos compartimentadamente como material de arquivo, de biblioteca ou de centro de documentação, por serem atípicos, como totalidade a qualquer um deles. Esses conjuntos constituem a memória [da instituição]."
BELLOTTO, Heloísa L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. Rio de Janeiro: FGV, 2005. p. 271.
Levando em consideração as afirmações de Bellotto sobre a constituição dos centros de documentação no Brasil, a função destes centros é