Os desafios da universalização do ensino não passam apenas pela multiplicação das vagas, mas também pela progressão escolar do alunado com perfil mais popular. Nesse sentido, faz-se necessário que o professor:
abandone práticas seletivas tradicionais de uma instituição cuja função social tem sido a de certificar competências e legitimar fracassos.
selecione os melhores alunos das classes populares para os freqüentarem as melhores escolas públicas.
crie processos seletivos que diferenciem os alunos que desejam estudar daqueles cujo fracasso é eminente.
estabeleça mecanismos que proporcionem aos professores práticas seletivas nas atividades educacionais.
encoraje atividades mecanicistas e políticopedagógicas que possam enaltecer o sucesso dos alunos diferenciados.
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