“O que na paisagem atual, representa um tempo do passado, nem sempre é visível como tempo, nem sempre é redutível aos sentidos, mas apenas ao conhecimento. Chamemos rugosidade ao que fica do passado como forma, espaço construído, paisagem, o que resta do processo de supressão, acumulação, superposição, com que as coisas se substituem e acumulam em todos os lugares.”
(SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço. São Paulo: EDUSP,2002,p.140)
O termo rugosidade, utilizado por Milton Santos, refere-se