Texto 4A3-I
Trilha: Direitos Humanos e Participação Social.
Perfil do egresso: Atuar em defesa dos direitos humanos, da cidadania e do respeito à diversidade a partir da utilização dos conceitos das ciências humanas e sociais aplicadas, desnaturalizando-se situações de discriminação, exclusão, violência de qualquer ordem, buscando-se atitudes éticas, inclusivas e democráticas.
Internet: <www.educacao.pe.gov.br> (com adaptações).
Texto 4A3-II
Leonardo Trindade, de dezoito anos de idade, nunca havia participado de um ensaio fotográfico, apesar da vontade de sua mãe, a pedagoga Maura Reis, de fotografá-lo em um estúdio. Nas vezes em que ela pensou na possibilidade, ouviu as mais diferentes recusas de profissionais: desde a questão da idade até a falta de fotogenia do jovem, que não costuma olhar para a câmera. A mãe acredita que as negativas estão relacionadas ao preconceito, por Leonardo ter síndrome de Down. A possibilidade de o adolescente ser fotografado por um profissional surgiu com o projeto Especiais do Bem, criado pela fotógrafa Marileia Schmitt.
Ao contrário dos que se negaram a fotografar Leonardo Trindade, Marileia sempre quis registrar crianças com síndrome de Down, autismo e outras necessidades especiais. Quando se tornou profissional da imagem, em 2012, ela pesquisou cursos que lhe ajudassem a se aperfeiçoar na área, mas não os encontrou. Dois anos depois, por conta própria, decidiu que começaria a fotografá-las gratuitamente. No ensaio mais recente, crianças e adolescentes representaram esportes olímpicos. Leonardo foi um dos modelos. Para Marileia, a fotografia pode se transformar em uma forma de inclusão social e de combate ao preconceito contra crianças e adultos com deficiências.
Internet: <gauchazh.clicrbs.com.br> (com adaptações).
A partir do texto 4A3-I, extraído do Organizador Curricular da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, e do texto 4A3-II, julgue o item subsecutivo, acerca da inclusão social e do combate ao preconceito e à discriminação, pautas necessárias em todas as etapas da educação.
O reconhecimento da autoimagem pelas pessoas com deficiência é uma pauta levantada por conta de um apelo comercial e mercadológico da sociedade do espetáculo, que, nesse caso, visa à exibição da diversidade populacional brasileira.