Conforme Paulo Afonso Caruzo Ronca, a Prova Operatória mobiliza o aluno. Chama-lhe atenção. Estimula a ação da percepção, convocando-o a participar ativamente do evento. Afirma o autor que se o aluno se sente “pessoalmente convocado” é porque está implícito que o professor também quer respostas pessoais, e que a prova é sempre uma relação pessoal, ou até interpessoal. Se adotada essa concepção, o professor NÃO deve: