Foi um dos principais analistas do fenômeno da indústria cultural a chamar a atenção para um aspecto eminentemente político da expansão dos meios de comunicação de massa no mundo contemporâneo. Destaca a função colonizadora desempenhada por estes veículos, disseminando mercadorias culturais que penetram “na grande reserva que é a alma humana”. Sua argumentação tem como base a circunstância de que, o início do século XX marca o apogeu do poder industrial e, consequentemente, a mudança de estratégia para a dominação territorial, ensejando uma ,“segunda colonização” que manteve a aparência de autonomia nacional, mas na essência gerava dependência econômica.
O autor e o livro referenciados acima são, respectivamente: